De 21 de Junho:
Desço a escadaria do sentimento. Dou por mim sozinho à beira do Rio da Passagem. Não há outra margem. Sento-me, cabelos ao vento, à espera q alguém se sente ao meu lado, fitando a paisagem inevitável. Por trás, magnanime, à espera do meu regresso, a Torre da Solidão, e os corvos q bailam em seu torno, jocosos.